domingo, 21 de novembro de 2010

IMAGINÁRIO REPUBLICANO
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1. A obra “A Liberdade Guiando o Povo” foi pintada logo após a Revolução de 1830 na França e nasceu do imaginário da Revolução Francesa, especificamente na República Jacobina

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2. Podemos encontrar representações semelhantes nas notas e medas brasileiras como também na Estátua da Liberdade em Nova Iorque nos Estados Unidos, que por sinal foi presente dos franceses aos americanos.
3.
a) O Barrete Frígio na cabeça da mulher significa liberdade e abolição, que eram defendidos pelas jacobinos.
b) As cores da bandeira francesa são Vermelha, Branca e Azul que significam os ideais da Revolução: Liberdade, Igualdade e Fraternidade.

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1. Os ideais são Liberdade, Igualdade, Fraternidade, Abolicionismo e o Voto Universal. A figura impressa nas notas e moedas realmente não é obra do acaso, ele procura simbolizar a solidez do regime republicano brasileiro e o cumprimento destes ideais.

Pag. 29 – Pesquisa em Grupo

Pag. 30 - Lição de casa

a) O partido republicano brasileiro aproveitou a liberdade partidária existente no II Reinado e atraiu grande número de adeptos e assim propagou seus ideais republicanos e abolicionistas.
b) Após a Guerra do Paraguai, os militares estavam com grande prestígio no Brasil e passaram a interferir e influenciar na política onde defendiam um regime republicano. E defendiam os ideais positivistas de ordem e progresso.

Você aprendeu?
1. Pelo fato da bandeira anterior exibir os símbolos da monarquia. Apesar disso, as cores verde, que representava a casa da família Bragança, e a amarela, que representava a casa da família Habsburgos permaneceram, mas lhes foi dada outra conotação.

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2. Os ideais de ordem e progresso procuravam minimizar o fato de nossa Proclamação da República ter sido feita a força e precisava mostrar que havia ordem social para justificar este fato e o progresso para mostrar que a industrialização e modernização do país estava em curso.

2o Ano - 4o Bimestre- Respostas Situação Aprendizagem 3

ABOLIÇÃO E IMIGRAÇÃO

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1. Antonio Bento de Souza e Castro

2. Ao Ilustríssimo Sr. João Clapp.

3. 05 de Janeiro de 1883.

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4. 19 de Maio de 188 na Revista Ilustrada.

5. Relata que um escravo fugitivo, Francisco, seja protegido por um membro da elite carioca, o Sr. João Clapp, que presidia uma comissão contrária à escravidão, e se possível, que seja enviado o mais longe possível.

6. A carta só foi publicada após a libertação dos escravos (Lei Áurea em 13 de Maio de 1888), uma vez que era ilegal proteger escravos fugitivos.

7.


Pag. 19 – Lição de Casa
1. a) 1870-1871 – 1871 foi aprovada a Lei do Ventre Livre. Pode-se observar um saldo de 5 para 12,5 mil imigrantes europeus.
b) 1887-1888 – com a Lei Aurea, o número de imigrantes que shavia continuamente aumentado deu um salto em milhares de pessoas.

2. Claro que há, a relação é direta. Com a Lei do Ventre Livre o aumento do número de imigrantes europeus foi de mais de 100% (de 5 mil para 12,5 mil), o mesmo ocorrendo após a decretação da Lei Áurea em 1888 quando passou de 56 para 133 mil.

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1. Que houve uma melhora significativa em suas vidas, tanto na moradia como nas alimentação, esta muito mais substanciosa que a que consumia na Alemanha.
2. Contrariamente a primeira carta, esta mostra que sua condição de vida piorou, levando a morte de algumas pessoas. Mostra claro arrependimento pela troca de país.

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3) A principal motivação era econômica. Muitos viviam na miséria, sub-empregados ou mal remunerados. Não havia emprego suficiente, terra, trabalho, possibilidade de ascensão social e econômica. As esperanças estavam em mudar este quadro e conseguir no Brasil o que se mostrava impossível na Europa, além de buscar a paz que a guerra tirou dos europeus.

4) O principal incentivo estava na terra, além do emprego garantido e possibilidade de manter a estrutura familiar;

5) Regiões Sul e Sudeste, em virtude da necessidade de mão de obra na agricultura, para substituir os escravos, a industrialização, principalmente, na região sudeste e também pela disposição de “branquear” a população.
Pag. 21 – Pesquisa em Grupo

Pag. 22 – Pesquisa Individual

Pag. 24 – Você aprendeu?
1. B
2.
a. Refere-se a Lei do Ventre Livre de 1871 que libertava os filhos de escravos nascidos a partir daquela data e evidenciava o crescente abolicionismo na sociedade brasileira pós guerra do Paraguai
b. O aumento do preço dos escravos e a limitação d prática escravistas por parte da Coroa que funcionaram como alerta para a mudança de consciência.

3. A comunidade internacional, principalmente a Inglaterra, pressionava o Brasil para pôr fim ao regime de escravidão. Com isso houve a elevação do preço dos escravos em virtude da redução na oferta desta mão-de-obra. Com a crescente necessidade de trabalhadores no campo e na industrialização que se aproximava, a chegada dos imigrantes, como mão-de-obra assalariada foi uma conseqüência natural.

1o ano - 4o Bimestre - Respostas Situação de Aprendizagem 4

A VIDA NA AMÉRICA ANTES DA CONQUISTA EUROPÉIA
AS SOCIEDADES MAIA, INCA E ASTECA
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Antes da chegada dos europeus, a América era habitada por populações indígenas com os mais variados graus de organização e complexidade social, política, cultural e religiosa. Deve ser considerado que para os europeus todos eram selvagens e não possuíam cultura alguma pois para eles a cultura européia era a base da comparação.

Pag. 27 Pesquisa em Grupo:

Pag. 30 Lição de Casa

Você aprendeu?
1. Vários são os motivos da morte de milhões de nativos, o principal foi a violência dos espanhóis com os assassinatos em massa, mas também as doenças que, comum aos europeus, eram fatais aos indígenas.

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2. D
3. B

1o ano - 4o Bimestre - Respostas Situação de Aprendizagem 3

SOCIEDADES AFRICANAS DA REGIÃO SUBSAARIANA
ATÉ O SÉCULO XV

Pag. 16. São 47 os Países que compõe a África Subsaariana: África do Sul; Angola; Benin; Botsuana; Burkina Faso; Burundi; Cabo Verde; Camarões; Chade; Camarões; Congo; Costa do Marfim; Djibuti; Eritréia; Etiópia; Gabão; Gâmbia; Gana; Guiné; Guiné Equatorial; Guiné-Bissau; Lesoto; Libéria; Madagáscar; Malaui; Mali; Mauricio; Moçambique; Namíbia; Níger; Nigéria; Quênia; República Centro-Africana; República Democrática do Congo; Ruanda; São Tomé e Príncipe; Senegal; Serra Leoa; Seychelles; Somália; Suazilândia; Sudão; Tanzânia; Togo; Uganda; Zâmbia; Zimbábue.

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Não, antes da chegada dos europeus, o continente africano era habitados por etnias em diferentes regiões mas sem as divisões de fronteiras como hoje conhecemos. Esta divisão só foi concluída no século e XX e não foi considerada as especificações e divisões étnicas que existiam, fato que sempre provocou disputas e batalhas internas.

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O espanto dos europeus se deve ao fato da sociedade do Reino do Cango ser civilizada, mas de uma forma diferente da européia, pois eles, os europeus, não esperavam encontrar sociedades organizadas e desenvolvidas na África, pois sempre se consideraram superiores aos povos de outras regiões, sentimento ainda mais forte no caso dos africanos.


Você Aprendeu?
1. A frase “A África foi uma invenção européia” deixa claro o preconceito que os europeus tinham sobre a África e seus habitantes. Este conceito reforçou e justificou este preconceito. Também não podemos esquecer que a divisão territorial, como hoje conhecemos, foi também “inventada” por eles e não foi considerada as especificações e divisões étnicas que existiam.

2 – C
3 – D
4 – A

1o ano - 4o Bimestre - RespostasSituação de Aprendizagem 2

A EXPANSÃO EUROPÉIA OS SÉCULOS XV E XVI
CARACTERÍSTICAS ECONÔMICAS , POLÍTICAS E RELIGIOSAS

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a) Começando pelos contornos dos continentes uma vez que estes ainda não eram conhecidos e o que era mostrado está relacionado com o imaginário do homem europeu da época. Devemos lembrar que na época o europeu acredita ser a terra plana e portanto havia a existência de quedas no mar, monstros marinhos, seres desconhecidos, etc.

b) Todos os continentes, com os contornos como hoje conhecemos, mas ainda com visão eurocentrista.

2. A expansão ultramarina foi uma das soluções encontrada pelos europeus para contrapor aos problemas gerados pela crise do sistema feudal. Necessitava-se encontrar novas fontes de metais preciosos, controlar novas regiões produtoras de alimentos, domínio sobre novos povos, aumentar o poder econômico dos mercadores (burguesia) e da realeza. Também encontrar novas rotas para o oriente, devido importância das Especiarias e também levar para novos povos a religião católica. Quanto aos portugueses, o fato de ter um estado centralizado politicamente, interesses mercantis, aliado a já uma tradição marítima e seu progresso técnico naval e a necessidade de buscar no mar o que a terra não podia dar, ajudam a explicar seu pioneirismo.

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3. Especiarias eram condimentos originários do Oriente como Cravo, Canela, gengibre, noz-moscada, entre outros, e principalmente pimenta-do-reino.

4. O organizadores eram os próprios navegadores e seus reis, inicialmente Portugal, seguido pela Espanha, como Bartolomeu Dias, Vasco da Gama, Cristóvão Colombo e Pedro Alvares Cabral. Os financiadores eram, em parte este Reinos, mas principalmente a burguesia mercantil pois poderiam monopolizar o mercado, explorar as novas terras e ampliar seu espaço político frente à nobreza. A Igreja apoiou estas expedições também pelo interesse em um maior número de fiéis, não importando se a conversão dos “infiéis” fosse pacifica ou forçada.

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1. O Oriente sempre exerceu fascínio nos ocidentais. Sempre estiveram associados a mistérios e exotismo, em grande parte devido os desconhecimento e conseqüente imaginação sobre estes povos e região. Assim, este fascínio era estimulado pela grande quantidade de produtos vindos de lá e pelo interesse que despertavam.

Pag. 14.
2. Com as constantes viagens, os medos imaginários deixaram de existir, além da perda da novidade que o grande número de produtos trazia o que teria diminuído a sensibilidade dos portugueses.

1. a) Refere-se ao período da Expansão Marítima dos séculos XV-XVI, quando a monarquia portuguesa juntamente com os mercadores empreenderam a conquista de uma rota comercial alternativa para o Oriente, navegando pela costa Africana.

b) Representa como acontecimentos trágicos, como morte e sofrimento, mas também como responsáveis pela grandeza do império português.

Pag. 15 c) Fernando Pessoa procura mostrar nos versos o pioneirismo e a bravura do povo português. Uma das respostas possíveis seria a de que tudo vale a pena para alcançar o objetivo que era o crescimento e conseqüente ampliação do domínio português.

2. A
3. B

terça-feira, 16 de novembro de 2010

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO HOMEM

A Declaração Universal dos Direitos Humanos foi adotada pela ONU em 10 de dezembro de 1948. Esboçada principalmente por John Peters Humphrey, do Canadá, mas também com a ajuda de várias pessoas de todo o mundo - Estados Unidos, França, China, Líbano entre outros, delineia os direitos humanos básicos.

Abalados pela barbárie recente e desejosos de construir um mundo sob novos alicerces ideológicos, os dirigentes das nações que emergiram como potências no período pós-guerra, liderados por URSS e Estados Unidos estabeleceram na Conferência de Yalta, na Ucrânia, em 1945, as bases de uma futura "paz" definindo áreas de influência das potências e acertado a criação de uma Organização multilateral que promova negociações sobre conflitos internacionais, objetivando evitar guerras e promover a paz e a democracia e fortaleça os Direitos Humanos.

Embora não seja um documento que representa obrigatoriedade legal, serviu como base para os dois tratados sobre direitos humanos da ONU, de força legal, o Tratado Internacional dos Direitos Civis e Políticos, e o Tratado Internacional dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais. Continua a ser amplamente citado por acadêmicos, advogados e cortes constitucionais. Especialistas em direito internacional discutem com freqüência quais de seus artigos representam o direito internacional usual.

A Assembléia Geral proclama a presente Declaração Universal dos Direitos Humanos como o ideal comum a ser atingido por todos os povos e todas as nações, com o objetivo de que cada indivíduo e cada órgão da sociedade, tendo sempre em mente esta Declaração, se esforce, através do ensino e da educação, por promover o respeito a esses direitos e liberdades, e, pela adoção de medidas progressivas de caráter nacional e internacional, por assegurar o seu reconhecimento e a sua observância universal e efetiva, tanto entre os povos dos próprios Estados-Membros, quanto entre os povos dos territórios sob sua jurisdição.

Segundo o Guinness Book of World Records, a Declaração Universal dos Direitos Humanos é o documento traduzido no maior número de línguas (337 em 2008). Em Maio de 2009, o sítio oficial da Declaração Universal dos Direitos Humanos dava conta da existência de 360 traduções disponíveis

HISTÓRIA


O Cilindro de Ciro é considerado a primeira declaração dos direitos humanos registrada na história.

As idéias e valores dos direitos humanos são traçadas através da história antiga e crenças religiosas e culturais ao redor do mundo. O primeiro registro de uma declaração dos direitos humanos foi o Cilindro de Ciro, escrito por Ciro, o grande, rei da Pérsia (atual Irã) por volta de 539 a.C.. Filósofos europeus da época do iluminismo desenvolveram teorias da lei natural que influenciaram a adoção de documentos como a Declaração de Direitos de 1689 da Inglaterra, a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão de 1789 da França e a Carta de Direitos de 1791 dos Estados Unidos.

Durante a 2ª guerra mundial os aliados adotaram as Quatro Liberdades: liberdade da palavra e da livre expressão, liberdade de religião, liberdade por necessidades e liberdade de viver livre do medo. A Carta das Nações Unidas "reafirmou a fé nos direitos humanos, na dignidade, e nos valores humanos das pessoas" e convocou a todos seus estados-membros a promover "respeito universal, e observância dos direitos humanos e liberdades fundamentais para todos sem distinção de raça, sexo, língua, ou religião".

Quando as atrocidades cometidas pela Alemanha nazista tornaram-se aparentes depois da Segunda Guerra Mundial, o consenso entre a comunidade mundial era que a Carta das Nações Unidas não tinha definido suficientemente os direitos a que se referia. Uma declaração universal que especificasse os direitos individuais era necessária para dar efeito aos direitos humanos.

O canadense John Peters Humphrey foi chamado pelo Secretário Geral das Nações Unidas para trabalhar no projeto da declaração. Naquela época, Humphrey havia sido recém indicado como diretor da divisão de direitos humanos dentro do secretariado das Nações Unidas. A comissão dos direitos humanos, um braço das Nações Unidas, foi constituída para empreender o trabalho de preparar o que era inicialmente concebido como Carta de Direitos. Membros de vários países foram designados para representar a comunidade global: Austrália, Bélgica, República Socialista Soviética da Bielorrússia, Chile, China, Cuba, Egito, França, India, Irã, Líbano, Panamá, Filipinas, Reino Unido, Estados Unidos, União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, Uruguai e Iugoslávia.[7] Membros conhecidos incluiam Eleanor Roosevelt dos Estados Unidos (esposa do ex presidente Franklin Delano), Jacques Maritain e René Cassin da França, Charles Malik do Líbano, e P. C. Chang da China, entre outros. Humphrey forneceu o esboço incial que tornou-se o texto de trabalho da comissão.

A Declaração Universal foi adotada pela Assembléia Geral no dia 10 de dezembro de 1948 com 48 votos a favor, nenhum contra e 8 abstenções (todas do bloco soviético, Bielorússia, Tchecoslováquia, Polônia,Ucrânia, URSS e Iugoslávia, além da África do Sul e Arábia Saudita).


Fonte:

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

TEXTO ARNALDO JABOR

AQUI TEXTO COMPLETO DO ARNALDO JABOR, QUE PARTE (EM NEGRITO) FOI UTILIZADA PARA AVALIAÇÃO DE FILOSOFIA

- Brasileiro é um povo solidário. Mentira. Brasileiro é babaca.
Eleger para o cargo mais importante do Estado um sujeito que não tem escolaridade e preparo nem para ser gari, só porque tem uma história de vida sofrida;
Pagar 40% de sua renda em tributos e ainda dar esmola para pobre na rua ao invés de cobrar do governo uma solução para pobreza;
Aceitar que ONG's de direitos humanos fiquem dando pitaco na forma como tratamos nossa criminalidade.
Não protestar cada vez que o governo compra colchões para presidiários que queimaram os deles de propósito, não é coisa de gente solidária.
É coisa de gente otária.
- Brasileiro é um povo alegre. Mentira. Brasileiro é bobalhão.

Fazer piadinha com as imundices que acompanhamos todo dia é o mesmo que tomar bofetada na cara e dar risada.
Depois de um massacre que durou quatro dias em São Paulo, ouvir o José Simão fazer piadinha a respeito e achar graça, é o mesmo que contar piada no enterro do pai.
Brasileiro tem um sério problema.
Quando surge um escândalo, ao invés de protestar e tomar providências como cidadão, ri feito bobo.

- Brasileiro é um povo trabalhador. Mentira.

Brasileiro é vagabundo por excelência.
O brasileiro tenta se enganar, fingindo que os políticos que ocupam cargos públicos no país, surgiram de Marte e pousaram em seus cargos, quando na verdade, são oriundos do povo.
O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado ao ver um deputado receber 20 mil por mês, para trabalhar 3 dias e coçar o saco o resto da semana, também sente inveja e sabe lá no fundo que se estivesse no lugar dele faria o mesmo.
Um povo que se conforma em receber uma esmola do governo de 90 reais mensais para não fazer nada e não aproveita isso para alavancar sua vida (realidade da brutal maioria dos beneficiários do bolsa família) não pode ser adjetivado de outra coisa que não de vagabundo.
- Brasileiro é um povo honesto. Mentira.

Já foi; hoje é uma qualidade em baixa.
Se você oferecer 50 Euros a um policial europeu para ele não te autuar, provavelmente irá preso.
Não por medo de ser pego, mas porque ele sabe ser errado aceitar propinas.
O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado com o mensalão, pensa intimamente o que faria se arrumasse uma boquinha dessas, quando na realidade isso sequer deveria passar por sua cabeça.

- 90% de quem vive na favela é gente honesta e trabalhadora. Mentira..

Já foi.
Historicamente, as favelas se iniciaram nos morros cariocas quando os negros e mulatos retornando da
Guerra do Paraguai ali se instalaram.
Naquela época quem morava lá era gente honesta, que não tinha outra alternativa e não concordava com o crime.
Hoje a realidade é diferente.
Muito pai de família sonha que o filho seja aceito como 'aviãozinho' do tráfico para ganhar uma grana legal.
Se a maioria da favela fosse honesta, já teriam existido condições de se tocar os bandidos de lá para fora, porque podem matar 2 ou 3 mas não milhares de pessoas.
Além disso, cooperariam com a polícia na identificação de criminosos, inibindo-os de montar suas bases de operação nas favelas.

- O Brasil é um pais democrático.. Mentira.

Num país democrático a vontade da maioria é Lei.
A maioria do povo acha que bandido bom é bandido morto, mas sucumbe a uma minoria barulhenta que se apressa em dizer que um bandido que foi morto numa troca de tiros, foi executado friamente.
Num país onde todos têm direitos mas ninguém tem obrigações, não existe democracia e sim, anarquia.
Num país em que a maioria sucumbe bovinamente ante uma minoria barulhenta, não existe democracia, mas um simulacro hipócrita.
Se tirarmos o pano do politicamente correto, veremos que vivemos numa sociedade feudal: um rei que detém o poder central (presidente e suas MPs), seguido de duques, condes, arquiduques e senhores feudais (ministros, senadores, deputados, prefeitos, vereadores).
Todos sustentados pelo povo que paga tributos que têm como único fim, o pagamento dos privilégios do poder. E ainda somos obrigados a votar.

Democracia isso? Pense !

O famoso jeitinho brasileiro.
Na minha opinião, um dos maiores responsáveis pelo caos que se tornou a política brasileira.
Brasileiro se acha malandro, muito esperto.
Faz um 'gato' puxando a TV a cabo do vizinho e acha que está botando pra quebrar.
No outro dia o caixa da padaria erra no troco e devolve 6 reais a mais, caramba, silenciosamente ele sai de lá com a felicidade de ter ganhado na loto.... malandrões, esquecem que pagam a maior taxa de juros do planeta e o retorno é zero. Zero saúde, zero emprego, zero educação, mas e daí?
Afinal somos penta campeões do mundo né?? ?
Grande coisa...

O Brasil é o país do futuro. Caramba , meu avô dizia isso em 1950. Muitas vezes cheguei a imaginar em como seria a indignação e revolta dos meus avôs se ainda estivessem vivos.
Dessa vergonha eles se safaram...
Brasil, o país do futuro !?
Hoje o futuro chegou e tivemos uma das piores taxas de crescimento do mundo.

Deus é brasileiro.
Puxa, essa eu não vou nem comentar...

O que me deixa mais triste e inconformado é ver todos os dias nos jornais a manchete da vitória do governo mais sujo já visto em toda a história brasileira.
Para finalizar tiro minha conclusão:

O brasileiro merece! Como diz o ditado popular, é igual mulher de malandro, gosta de apanhar. Se você não é como o exemplo de brasileiro citado nesse e-mail, meus sentimentos amigo, continue fazendo sua parte, e que um dia pessoas de bem assumam o controle do país novamente.
Aí sim, teremos todas as chances de ser a maior potência do planeta.
Afinal aqui não tem terremoto, tsunami nem furacão.
Temos petróleo, álcool, bio-diesel, e sem dúvida nenhuma o mais importante: Água doce!

Só falta boa vontade, será que é tão difícil assim?